segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Analise teológica dos dez mandamentos- o prefácio, parte VII.


Então, falou Deus todas estas palavras: Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito da casa da servidão Ex 20.1-2.
O supremamente Deus como parte prioritária na proposta de pacto, deixa inprescindivélmente claro que ao pronunciar seu nome, o Senhor ele fixa e imprime uma marca de confiança, na mente e no coração do homem a quem ele propõe o pacto das dez palavras. Como único com poder a e autoridade para propor o pacto,Deus o faz  demonstrando ao homem que ele por sua imutabilidade garantirá o cumprimento do pacto mesmo que o homem falhe,porque em Deus não há mudanças e nem sombras de variação.
A imutabilidade de Deus é o atributo com e pelo o qual Deus expressa sua completude, Deus não experimenta desenvolvimento, nem mudanças de estado, porque ele é, e  sendo não pode haver variabilidade e ou alteração em seu ser e perfeições o universo infinofinito é como é porque Deus não muda.

 O Deus imutável deixa muito transparente no prefacio dos Dez mandamentos, que somente um Deus único e imutável, pode propor um pacto,mas a imutabilidade de Deus não o faz um ser estático e inerte diante dos fatos e acontecimentos.
A imutabilidade de Deus anunciada no prefácio dos Dez mandamentos os transmite o ensinamento de que Deus não muda por nada, que ocorra no universo infinofinito, ou mesmo com as coisas que acontecem à criatura moral e racional, quando há uma necessidade de intervenção ele o faz sem ter de comprometer seu ser e perfeições, a isto chamamos mobilidade de Deus.

Por meio de sua mobilidade Deus age na vida de suas criaturas morais, não sendo isto, mudança mais ação planejada, dentro dos padrões de seu imutável ser e perfeições podemos ver isto na CFW (CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER) CAPÍTULO VII seções II e III: DO PACTO DE DEUS COM O HOMEM “2. O primeiro pacto feito com o homem era um pacto de obras; nesse pacto foi à vida prometida a Adão e, nele, à sua posteridade, sob a condição de perfeita e pessoal obediência.
3. Tendo-se o homem tornado, pela sua queda, incapaz de ter vida por meio deste pacto, o Senhor dignou-se a fazer um segundo pacto, geralmente chamado de pacto da graça; neste pacto da graça ele livremente oferece aos pecadores a vida e salvação através de Jesus Cristo, exigindo deles a fé, para que sejam salvos, e prometendo o seu Santo Espírito a todos os que estão ordenados para a vida, a fim de dispô-los e habilitá-los a crer.”

Este ato da soberania de Deus não o faz mutável ou de propósito dúbio, sobre este aspecto tem razão Louis Berkhof ao afirmar “A imutabilidade de Deus é necessariamente concomitante com a Sua asseidade. É a perfeição pela qual não há mudança nele, não somente em Seu Ser, mas também em Suas perfeições, em Seus propósitos e em suas promessas.”

 O supremamente Deus garante-nos o cumprimento de todas as suas promessas e a vida eterna, no prefácio do pacto dos dez mandamentos porque ele e imutável, aqui se pode afirma que os Pelagioarmenianos erram quando acreditam que Deus mude de idéia a cerca da salvação de alguém, o homem muda Deus jamais mudou ele continua o mesmo Deus de eternidade a eternidade.
                     


Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles se envelhecerão como um vestido; como roupa os mudará, e ficarão mudados. Porém tu és o mesmo, e os teus anos nunca terão fim. Salmos 102, 26 -27. Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria? Números 23- 19 Tiago 1- 17 Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação. 6 A lei da verdade esteve na sua boca, e a iniqüidade não se achou nos seus lábios; andou comigo em paz e em retidão, e da iniqüidade converteu a muitos.
Soli Deo Gloria





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